STJD absolve Mattheus Montenegro do Fluminense por cobranças feitas a árbitro de clássico
- 11/09/2026
O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, não foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por sua atitude durante o clássico contra o Vasco. O dirigente foi absolvido por unanimidade no julgamento realizado nesta sexta-feira, encerrando o caso que surgiu após a partida disputada no Maracanã, segundo o NetFlu.
O confronto aconteceu no dia 5 de setembro e terminou com vitória do Fluminense por 1 a 0. Apesar do resultado positivo, o clube deixou o estádio insatisfeito com a arbitragem de Davi Lacerda, principalmente por causa de um lance envolvendo Kevin Serna.
Foi justamente durante as reclamações contra a arbitragem que Mattheus acabou citado na súmula. O presidente tricolor contestou uma decisão do árbitro e precisou ser contido por seguranças no momento em que fazia as cobranças.
Dirigente foi denunciado pelo artigo 258 do CBJD
A denúncia apresentada contra Mattheus Montenegro teve como base o artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). A regra trata de comportamentos considerados contrários à disciplina ou à ética desportiva quando não existe outro enquadramento específico no código.
Na súmula, Davi Lacerda relatou a reação do presidente do Fluminense e registrou a frase atribuída ao dirigente: “Não tem coragem, você não tem coragem. Está com medo de expulsar.” O episódio foi incluído no processo que chegou ao julgamento do tribunal.
Pênalti em Serna também gerou reclamações
Além da situação envolvendo o presidente, o Fluminense questionou uma decisão tomada durante o jogo em um lance com Kevin Serna. A reclamação tricolor foi pela não marcação de um pênalti que, na avaliação do clube, poderia ter provocado o segundo gol da equipe e ainda levado à expulsão de um jogador do Vasco, apontado como último homem.
Mesmo diante das reclamações registradas após o clássico e da denúncia contra Mattheus Montenegro, o STJD decidiu pela absolvição do dirigente. A decisão foi unânime, e o presidente do Fluminense ficou livre de punição pelo episódio.




